Vanessa Brunt (Salvador, Bahia, 17 de julho de 1995) é uma escritora, poeta, comunicadora, jornalista e empresária brasileira. Recebeu premiações literárias e de comunicação no Brasil, em Portugal, na Suíça e em Boston, nos Estados Unidos. O termo “Estilo Bruntiano” passou a ser utilizado por leitores e em estudos acadêmicos para descrever características recorrentes da escrita da autora, como paradoxos, jogos de linguagem, desmembramento com reconstruções de palavras e metáforas que reorganizam e ressignificam percepções sociais e emocionais. Brunt tem obra marcada pela construção de narrativas e poemas longos, pelo uso de rimas ricas e por estruturas textuais de continuidade complexa. Além da poesia, transita entre contos, distopias, crônicas, novelas e aforismos. Seus livros são voltados a temas como identidade, relações humanas, personagens traumatizados, vulnerabilidade emocional, críticas e reflexões sociais, amadurecimento, vida profissional e reconstrução afetiva. O chamado “Estilo Bruntiano” também mescla os jogos de palavras e ressignificados com gêneros diversos em mesmos conteúdos, como em contos-poemas, crônicas-contos e outros. Em análises acadêmicas, é indicado como tensionador entre literatura canônica e formas híbridas de escrita. Para além dos livros poéticos e das tramas, é colunista do Jornal Correio e do Portal iBahia, da Rede Bahia, filiada da Globo, onde escreve reflexões e indicações culturais. Como empresária, é fundadora do Grupo Brunt e da Agência Brunt CiAtive (Prêmio de Melhor Agência 2024 pelo Troféu RedeTV e Prêmio de Comunicação do Portal IG), na qual elabora métodos da Comunicação que unem o repertório da literatura ao marketing, aplicando o seu conceito (“O sucesso começa na definição das sensações a serem provocadas”) para articular emoção e posicionamento. Tem em portfólio marcas como Kopenhagen, Sephora, Avatim, WeWork e outras nacionais ou internacionais. Alguns trechos da autora que ganham repercussão online, fazem também parte dos estudos acadêmicos sobre seus escritos. Entre as poesias rimadas, cenas metafóricas com seus personagens e fragmentos dos textos, estão frases como: “Transbordo em tudo. Fico onde couber.”; “O impossível é um emaranhado de pequenos possíveis.”; “DE-MORAR: só de(more) onde puder sempre estar.”; “Crescer é também não seguir em frente. Crescer é também não seguir, enfrente.”; e “Que nenhum raso consiga ferir você a fundo”.
Referências